quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

 


          

Hidroponia: conheça os prós e contra nesse tipo de cultivo

A hidroponia é o cultivo de vegetais 
Se durante um almoço em família alguma criança curiosa perguntar de onde vêm as verduras, frutas e hortaliças que estão na mesa, a resposta automática é que são plantadas na terra, certo? Nem sempre. Existem outras formas de cultivo, e uma das que vêm ganhando destaque é a hidroponia, quando as plantas não crescem fixadas ao solo, e sim na água. Neste caso, os nutrientes que elas necessitam para se desenvolver são dissolvidos na água que passa por suas raízes.

A hidroponia também pode ser auxiliada pelo uso de outros substratos como: cascalho, areia, vermiculita, perlita, lã de rocha, serragem, casca de árvore, etc., aos quais são adicionados uma solução de nutrientes contendo elementos essenciais para o desenvolvimento da planta.

Atualmente, a alface é a espécie mais cultivada, mas também pode-se plantar couve, melão, rúcula, brócolis, berinjela, tomate, arroz, morango, feijão-vagem, salsa, repolho, agrião, trigo, pepino, pimentão, forrageiras para alimentação animal, mudas de árvores e plantas ornamentais.

A técnica é uma alternativa bastante utilizada em países como Holanda, França, Estados Unidos e Japão, que apresentam condições adversas de clima, área e solo. No Brasil, a região Sudeste – especialmente o estado de São Paulo – concentra a principal produção hidropônica, mas o processo também é usado em outros estados e regiões do país. Além da comercialização com fins alimentícios, a hidroponia também é muito utilizada para estudo da potencialidade das plantas e alimentação animal.

O processo de hidroponia apresenta várias vantagens em relação às formas de cultivo tradicionais, como: crescimento mais rápido; maior produtividade; aumento da proteção contra doenças, pragas e insetos nas plantas; economia de água de até 70% em comparação à agricultura tradicional; possibilidade de plantio fora de época e rápido retorno econômico; assim como menores riscos perante as adversidades climáticas.

Na hidroponia, a planta não entra em contato com o solo e recebe os sais minerais que precisa em proporção equilibrada, dissolvidos em água. O resultado é uma planta mais forte e sadia, com qualidade nutricional e sabor equivalente aos vegetais produzidos nas práticas tradicionais de cultivo.

Mas o maior atrativo do sistema hidropônico é a isenção de resíduos agrotóxicos. Ao utilizar a hidroponia, o agricultor também evita a degradação dos solos e a agressão ao ambiente, além de economizar, pois reduz o uso de produtos químicos e a preocupação com a desinfestação de áreas para o plantio. 

Dentre as desvantagens, está o alto custo inicial do processo, devido à necessidade de terraplenagens, construção de estufas, mesas, bancadas, sistemas hidráulicos e elétricos. Os equipamentos utilizados nas culturas hidropônicas devem ser mais sofisticados e precisos que os do cultivo no solo, o que torna sua aquisição, instalação e manutenção bem mais caras. 

A grande dependência de energia elétrica exige gastos com prevenção tanto à sua falta quanto à falta de água. Qualquer falha ou erro de manejo pode acarretar um prejuízo bem maior e mais grave do que na agricultura tradicional, pois o sistema hidropônico é muito mais vulnerável.

Além disso, para que o negócio seja lucrativo, é necessário bastante conhecimento técnico e fisiológico: o agricultor precisa ficar atento à escolha das espécies de plantas mais adequadas, ao uso de recipientes apropriados e à aplicação correta de fertilizantes e materiais básicos para se obter sucesso com o cultivo hidropônico.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Como fazer sua horta


Para produzir bem, as hortaliças precisam de fatores adequados.por        isso, nem todos os terrenos permitem o bom desenvolvimento das hortaliças, mesmo que as condições químicas sejam melhoradas.
Ao avaliar um terreno para a instalação de uma horta, devemos levar em consideração os seguintes fatores:
Local cercado: para evitar a entrada de aves e animais. A área para horta deve ficar afastada no mínimo 5 metros de fossas, chiqueiros ou esgotos.
Tipo de terreno: deve ser plano ou com uma inclinação suave. O ideal é que tenha uma declividade de 0,5 a 1,0% para uma boa drenagem das águas de chuva e irrigação.
Tenha boa insolação: deve ser ensolarado, dispensando área embaixo de muros ou copas de árvores, que não são adequadas para a maioria das hortaliças. As hortaliças, sendo plantas de crescimento rápido, precisam de 8 a 10 horas de sol por dia.
Água: procure um método de baixo custo, ou seja, forneça 4 litros de água por metro quadrado todos os dias. A água deve estar próxima da área de instalação dos canteiros.                                                                                                                                                                         


Local drenado: avaliar a drenagem da água das chuvas e irrigação. Os terrenos facilmente encharcados não devem ser utilizados, pois as raízes das plantas respiram e não suportam excesso de umidade no sistema radicular. Quando falta ar no solo, devido à elevada presença de água nos espaços, atrasa o crescimento e surgem doenças nas raízes.
Proteção de ventos frios e fortes: o vento estraga os frutos e folhas, desidratando a planta. Desta forma, afetam o crescimento da planta e aumentam o consumo de água. Recomenda-se a instalação de quebra-ventos, com árvores de crescimento rápido ou o plantio de linhas de napier, cameron ou leucena                                             
Exposição do vento: evitar a face sul, devido à freqüência de ventos frios que procedem deste quadrante. No caso de não haver outra escolha, proteger a área com o plantio de renque de quebra-vento.
Condições ideais: os melhores terrenos são aqueles de consistência média quanto à textura do solo (areno-argiloso), ricos em matéria orgânica, boa drenagem, acidez fraca (5,5 a 6,5) e boa fertilidade (soltos e permeáveis). Deve ser considerado que não podemos alterar a textura de um solo, por exemplo, se é muito arenoso, mas poderemos melhorá-lo mudando sua estrutura, com a adição de elevadas quantidades de matéria orgânica.
2. Sequência da construção do canteiro
- Limpar o terreno, retirando a cobertura vegetal, pedras, vidros, madeira etc;
- Afofar bem a terra na profundidade de 20 a 30 cm e quebrar os torrões;
- Tirar os torrões, capins, gravetos e pedras com um rastelo;
- Distribuir o calcário (em torno de 300 gramas de dolomítico por metro) e misturar bem com a terra;
- Marcar com estacas as dimensões do canteiro (1,0 a 1,20 m de largura e espaçamento entre canteiros de 40 a 50 cm);
- Levantar o canteiro com a enxada retirando terra das laterais e do meio do caminho;
- Aplainar o canteiro e colocar o adubo orgânico;
- Abrir sulcos no sentido longitudinal do canteiro, na profundidade de 2,0 a 3,0 cm e 20 a 30 cm de distância entre as linhas para fazer a semeadura;
- Semeadura rasa no sulco, com a quantidade de sementes recomendada na embalagem. Para algumas hortaliças, 1,0 grama semeia-se 1 metro de sulco, caso do almeirão ou beterraba. Para a cenoura, salsa e rúcula 1,0 grama de sementes é suficiente para semear 3,0 metros.
- Encobrir as sementes com a leve camada da terra;
- Cobrir o canteiro com uma cobertura morta, como serragem, palha de arroz, capim seco ou outro vegetal seco picado e irrigar abundantemente sem encharcar;
- Molhar diariamente. Caso haja pouca chuva no local, irrigar o canteiro duas vezes por dia, sem excesso;
- Quando as mudinhas crescerem fazer o desbaste, retirando o excesso, deixando de 10 a 30 plantas por metro de sulco. No caso da beterraba e almeirão deixar 10 plantas por metro e para a cenoura e salsa, 30 plantas por metro.
  

Observação:
                                                                
Existem hortaliças que não necessitam de canteiros para serem cultivadas. Por exemplo: Pimentão, jiló, berinjela etc. O plantio dessas espécies deve ser feito da seguinte forma:
- Preparar as covas na profundidade e espaçamento corretos na área escolhida;
- Adubar as covas utilizando adubo orgânico (estercos de aves ou de gado);
- Molhar bem as covas já adubadas que receberão as mudinhas;
- Colocar as mudinhas no prumo, comprimindo suas raízes com um pouco de terra molhada;
- Deixar as covas bem cheias.
Onde produzir essas mudas?
Sementeiras - Canteiro onde se produz mudas
- A sementeira deve ser feita em um canto do terreno e exige bom preparo do canteiro e boa adubação.
- Abra sulcos no canteiro distanciados 15 cm e com 1 cm de profundidade.
- Umedeça levemente a sementeira.
- Distribua uniformemente a semente nos sulcos, evitando o excesso.
- Cubra as sementes com pouca terra e a sementeira com o capim seco até que as plantinhas comecem a germinar. Nesse ponto, retire o capim.
- Irrigue de manhã e de tarde, até que as plantinhas estejam prontas para o transplante no local definitivo, quando as mudinhas tiverem de 5 a 6 folhinhas e, portanto, prontas para o transplante no local definitivo.
- Mudinhas muito frágeis ou danificadas não devem ser aproveitadas.
panejamento da horta
Quanto semear?
Fazer uma previsão de quantidade de alimentos a serem colhidos por m2, por exemplo, a alface produz 12 unidades por m2 e o repolho seis unidades por m2. O tamanho da horta depende do número de pessoas consumidoras das hortaliças.
É necessário um terreno de 10 m2 para satisfazer as necessidades de verduras e legumes de uma pessoa e mais 2 m2 de sementeira. Para uma família de 5 pessoas serão necessários pelos menos 50 m2 de canteiro.
Quando semear?
Em primeiro lugar deve ser considerada a época adequada para cada espécie e cultivar, segundo a recomendação técnica. Geralmente na embalagem da semente vem a indicação do período mais favorável de semeadura.
Em segundo lugar, a horta precisa ter uma seqüência de colheita para algumas hortaliças, de consumo diário, como a alface. Para que haja colheita diária, Você deve planejar novo cultivo, levando em conta o tempo de crescimento da planta, somando ao tempo de duração da colheita.
As hortaliças de consumo constante e que produzem o ano todo, como alface, cenoura, almeirão, beterraba, entre outras, deverão ser plantadas em áreas parceladas, todos os meses ou a cada 15 dias.
No caso de hortaliças que produzem melhor no verão (ex: pimentão ou berinjela) ou no inverno (ex: morango), também será importante o parcelamento em três ou quatro parcelas, desse modo estendendo-se o período de produção. Marque sempre as datas do plantio e da colheita!
Observação:
Diversidade de cultivos: o sistema orgânico recomenda a diversidade de cultivos como fator para manter a população de inimigos naturais na área.
Desta forma, devem ser implantados no mínimo 3 a 4 cultivos simultâneos. Quanto maior a presença de flores ou faixas de plantas como girassol, camomila, sorgo, entre outras, são importantes para manter a presença desses inimigos naturais.
Diversidade biológica: plantios consorciados, rotação de culturas, adubações verde, abrigos para insetos polinizadores e inimigos naturais.
Associação ou consorciação de cultivos:
Visando o melhor aproveitamento dos canteiros domésticos pode ser feita a consorciação de cultivos. Para isso, poderá ser plantada uma hortaliça de ciclo mais curto entre as linhas daquela que vai levar mais tempo para ser colhida. Também as bordas dos canteiros podem ser aproveitadas, com plantas que vão bem nos dois sistemas, caso da alface e rabanete.
Dica:
Rotação de culturas
Na área ou no canteiro deve haver a rotação de cultivos, com uma seqüência de hortaliças de famílias diferentes. Essa alternância de culturas permitirá melhor aproveitamento dos nutrientes do solo, quebra do ciclo de pragas e doenças, assim como a maior incorporação de matéria orgânica no solo. Por exemplo, após o cultivo de uma folhosa como alface, colocar no lugar uma hortaliça de raiz, como a cenoura.
Formas de associação das hortaliças:
- Cenoura consorciada com crotalária spectabilis, para o controle de nematóides;
- Consorciar quiabo, tomate com feijão-de-porco ou mucuna-anã ou cravo-de-defunto ou guandu-anão para o combate de nematóides e pragas em geral;
- Cultivos de hortaliças em geral consorciadas com tefrósia, crotalária juncea, mucuna-anã ou girassol;
- Batata-doce ou mandioca consorciadas com crotalárias;
- Berinjela, pimentão ou inhame consorciados com caupi ou crotalárias;
- Quiabo consorciado com crotalárias;
- Couve de folha consorciada com mucuna-anã ou crotalária spectabilis.
Ferramentas e utensílios principais
- Enxadão
- Enxada
- Pá
- Foice
- Rastelo
- Carrinho de pedreiro
- Estaquinhas
- Barbante
- Marreta pequena
- Enxadinhas de carpir
- Régua de sulcar
- Regador ou mangueira
Uso do composto orgânico
É um ótimo adubo, obtido a partir da decomposição de variados restos vegetais, quando misturados com terra, umedecidos e revirado a cada dez dias.
Faça seu próprio adubo orgânico empilhando 40 cm de vegetais finos e 01 cm de terra, ou esterco de animais, em camadas superpostas até 1,5m                               Como Fazer  Sua Horta                                    

É rico em nitrogênio, elemento necessário ao perfeito desenvolvimento da parte foliar das culturas. Estará pronto quando cessar a fermentação e o calor no interior do monte.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

CULTIVO DE TOMATE


                                                                                                                 


                 producao de tomate o cultivo e seus cuidados                                                                                                                              

 O Cultivo de Tomate em Ambiente Protegido 

 Atualmente, quase todas as áreas cultivadas com tomateiro destinado ao processamento industrial são plantadas com mudas produzidas em bandejas e transplantadas com auxílio de máquinas ou até mesmo manualmente, dispensando-se o uso de canteiros.

Para esse sistema, utiliza-se primeiramente um equipamento distribuidor de fertilizante dotado de sulcadores, distribuídos com espaçamento correspondente ao do sistema de distribuição de mudas da transplantadeira mecânica. No ato da distribuição do fertilizante, promove-se, então, o sulcamento e a fertilização, aplicando-se o fertilizante imediatamente atrás do sulcador.
Na operação de transplante, o sistema de distribuição de mudas dispõe de um sulcador que é regulado para coincidir com a linha anteriormente fertilizada, visando promover a incorporação do fertilizante no solo e evitar o contato direto das raízes das mudas com o fertilizante.
Métodos de plantio
O sistema de transplante tem como vantagens: menor gasto de sementes; menor tempo de permanência da planta no campo; redução das despesas com irrigações e pulverizações; e redução dos níveis de infecção precoce por Geminivírus e Tospovírus (ver capítulo de doenças). Em razão do alto custo do transplante manual – que é muito trabalhoso e demorado, exigindo de oito a dez dias-homens/ha –, este sistema somente se viabilizou com a introdução das máquinas transplantadeiras (Figura 1). Entretanto, a produção de mudas tem de ser feita sob rigoroso controle sanitário para evitar que elas sejam foco de disseminação de pragas e doenças.                                                                                                                                                             

                                                                                                                                 

sistema de transplante de mudas viabilizou, ainda, a utilização de cultivares híbridas, cujas sementes têm custo muito superior ao das cultivares de polinização aberta. O modelo de transplantadeira atualmente comercializado no Brasil tem capacidade para transplantar cerca de 120 mil mudas/dia, correspondendo ao plantio de quatro hectares de lavoura, empregando mudas produzidas em bandejas.                                                                                                                                                                                                                             Grupos e Tipos de Tomate

O Tipo santa cruz kada gigante                                                                                                    

tomate italiano
tomate caqui
tomate cereja
e dentre outros tipos.

terça-feira, 22 de julho de 2014

O que e olericultura


A olericultura é a área da horticultura que abrange a exploração de hortaliças e que engloba culturas folhosas, raízes, bulbos, tubérculos, frutos diversos e partes comestíveis de plantas. bom isso que dizer que a olericultura executar as  praticas culturais exigida para um bom desenvolvimento das plantas.É um termo técnico utilizado no meio agronômico que refere-se à ciência aplicada, bem como ao estudo da agrotecnologia de produção das culturas oleráceas.

aréias relacionadas a olericultura.

  • É um termo técnico utilizado no meio agronômico que refere-se à ciência aplicada, bem como ao estudo da agrotecnologia de produção das culturas oleráceas.
> Grandes culturas: Produtoras de grãos, fibras e fibras estimulantes . 


                                                                                          

  • > Olericultura: Hortaliças
  • > Fruticultura: fruteiras
  • > Floricultura: Flores

  • > Jardinocultura: Plantas ornamentais
  • Fitotecnia } > Horticultura > Viveiricultura: Mudas em geral
  • > Cultura de plantas condimentares
  • > Cultura de plantas medicinais
  • > Cultura de cogumelos comestíveis
  • > Silvicultura: Espécies florestais
  • > Forragicultura: Pastagens.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             TIPOS DE EXPLORAÇÃO OLERÍCOLA                                                                                                                                                                                                              Exploração comercial diversificada:                                                   

    A exploração diversificada normalmente tem as seguintes características: - Exploração feita em áreas pequenas, porém com várias culturas.
    - O produtor na maioria das vezes comercializa sua produção junto a varejistas (feiras, mercados, supermercados), ou ele próprio é o varejista, que faz a comercialização quase sempre em feiras.

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    1.                                                                                                                                              2: E exploracão comercial especializada                                                                                      
    A exploração especializada, de forma diferente da anterior atua normalmente com as seguintes características:
    - Normalmente trabalha com um menor número de hortaliças, variando de uma a no máximo três ou quatro.
    - A tecnologia de produção utilizada é mais avançada, com maior uso de máquinas e de insumos modernos.
    - Exploram áreas quase sempre maiores.                                                                                                 A comercialização em geral é feita via atacadistas, em Centrais de Abastecimento (CEASA’s), ou redes de Supermercados.     
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  •             Para fins de industrialização
    A exploração com finalidade industrial possui algumas características específicas como:                                      Freqüentemente as culturas se encontram em grandes áreas, plantadas em geral de maneira mais extensiva. É o caso, por exemplo, da(o):
    a) Ervilha seca para conserva, totalmente mecanizada; b) Tomate industrial, no qual se usam cultivares de crescimento determinado plantadas sem tutoramento; c) Milho doce, cultivares próprias, de sementes rugosas, e cuja colheita deve ser processada em poucas horas.                                                                                                                                                                                                                             como essa estufa de tomate
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                Observação: é comum existirem ainda hortas sem finalidade comercial. Podem ser as hortas domésticas, que visam à subsistência ou suplementação alimentar ou as hortas com finalidade educativa e recreativa. Normalmente elas se localizam próximas à habitação, escola ou creche. e Fazem uso intensivo da mão de obra e procuram evitar o uso de agrotóxicos.                                                                                                                                                                                         gente temos que saber que nem todas as hortaliças passam por processo industrial ou quimicamente modificada  tem pessoas que cultiva em casa tem sitio grande e monta sua horta pra consumo proprio ou ate mesmo pra comercializar.                               

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